
Vou aproveitar mais um espaço para divulgar o meu primeiro texto que se tornou realmente público. Ando com uma vontade tremenda em pesquisar mais para poder fazer uns textos mais informativos, mas a falta de tempo tem me consumido de tal forma, que chego a desanimar.... mas eu chego lá. Boa Leitura.
No dia 09 de abril de 2005, estávamos preparados para mais uma visita-técnica. Desta vez, nosso destino foi o SESC Pompéia, onde analisamos, juntamente com o professor Wilson Luiz Lino de Sousa, da disciplina Lazer e Recreação, o equipamento de lazer ali instalado.
Nossa visita começou por volta das 10:30 horas com a monitoria do funcionário Laudo Bonifácio Júnior que nos explicou a história do SESC Pompéia, fornecendo também informações e curiosidades sobre a demanda de visitantes e usuários. Conseguimos ver na prática o que estamos estudando e aprendendo aos sábados pela manhã.
Durante a visita, identificamos o SESC Pompéia como um equipamento de lazer polivalente, com dimensões e capacidades grandes, por ser um estabelecimento destinado ao atendimento de massa, com programação diversificada, abrangendo variados interesses sócio-culturais.
Enquanto o monitor dava informações, nosso professor nos lembrava dos textos lidos e dos slides apresentados sobre teorias do lazer e descrição dos equipamentos. E nós, alunos, com máquinas e material de anotações em punho, vislumbrávamos um novo cenário que nos era apresentado.
Quem passa pelo SESC Pompéia talvez não perceba que ele expressa o que Dumazedier entende como a arquitetura do comportamento humano, que busca promover a interação entre as pessoas. O que mais encanta, é que Lina Bo Bardi, arquiteta que planejou a unidade da Pompéia, conseguiu fazer com que essa estrutura realmente funcionasse. Em consonância com a teoria de Dumazedier, que insere o comportamento humano na prática do lazer, a obra de Bo Bardi influencia as pessoas de uma forma incontestável; assim, os usuários do SESC se relacionam com o espaço e com o outro, ainda que sem planejar essa interação. Além disso, a antiga fábrica adaptada para o lazer, proporciona aos seus freqüentadores um desenvolvimento social bastante amplo, pois oferece acesso a novas e distintas informações.
Procurando diversificar suas instalações para atender diferentes interesses culturais, conteúdos e públicos, a unidade está localizada em uma região importante e de fácil acesso para aqueles que moram próximo ao local. Atende cerca de 5 mil pessoas ao dia e alcança a marca de 25 mil freqüentadores nos finais de semana e em grandes eventos.
Como toda e qualquer instalação, o equipamento acima descrito possui seus pontos negativos. Dificuldades para estacionar carros foi um problema identificado. Para àqueles que residem em lugares distantes do SESC Pompéia, identificou-se a necessidade de transporte coletivo, de qualidade, que desembarcasse os passageiros em frente ao SESC oriundo das distintas regiões da cidade. Essas mudanças seriam adequadas para melhor atender ao público freqüentador. Vale a pena conhecer o SESC. Ele está pronto para oferecer o que Dumazedier denomina os 3 D’s: diversão, descanso e desenvolvimento, pessoal e social.
Informações adicionais sobre unidades e horários de funcionamento visite: http://www.sescsp.org.br/
Nossa visita começou por volta das 10:30 horas com a monitoria do funcionário Laudo Bonifácio Júnior que nos explicou a história do SESC Pompéia, fornecendo também informações e curiosidades sobre a demanda de visitantes e usuários. Conseguimos ver na prática o que estamos estudando e aprendendo aos sábados pela manhã.
Durante a visita, identificamos o SESC Pompéia como um equipamento de lazer polivalente, com dimensões e capacidades grandes, por ser um estabelecimento destinado ao atendimento de massa, com programação diversificada, abrangendo variados interesses sócio-culturais.
Enquanto o monitor dava informações, nosso professor nos lembrava dos textos lidos e dos slides apresentados sobre teorias do lazer e descrição dos equipamentos. E nós, alunos, com máquinas e material de anotações em punho, vislumbrávamos um novo cenário que nos era apresentado.
Quem passa pelo SESC Pompéia talvez não perceba que ele expressa o que Dumazedier entende como a arquitetura do comportamento humano, que busca promover a interação entre as pessoas. O que mais encanta, é que Lina Bo Bardi, arquiteta que planejou a unidade da Pompéia, conseguiu fazer com que essa estrutura realmente funcionasse. Em consonância com a teoria de Dumazedier, que insere o comportamento humano na prática do lazer, a obra de Bo Bardi influencia as pessoas de uma forma incontestável; assim, os usuários do SESC se relacionam com o espaço e com o outro, ainda que sem planejar essa interação. Além disso, a antiga fábrica adaptada para o lazer, proporciona aos seus freqüentadores um desenvolvimento social bastante amplo, pois oferece acesso a novas e distintas informações.
Procurando diversificar suas instalações para atender diferentes interesses culturais, conteúdos e públicos, a unidade está localizada em uma região importante e de fácil acesso para aqueles que moram próximo ao local. Atende cerca de 5 mil pessoas ao dia e alcança a marca de 25 mil freqüentadores nos finais de semana e em grandes eventos.
Como toda e qualquer instalação, o equipamento acima descrito possui seus pontos negativos. Dificuldades para estacionar carros foi um problema identificado. Para àqueles que residem em lugares distantes do SESC Pompéia, identificou-se a necessidade de transporte coletivo, de qualidade, que desembarcasse os passageiros em frente ao SESC oriundo das distintas regiões da cidade. Essas mudanças seriam adequadas para melhor atender ao público freqüentador. Vale a pena conhecer o SESC. Ele está pronto para oferecer o que Dumazedier denomina os 3 D’s: diversão, descanso e desenvolvimento, pessoal e social.
Informações adicionais sobre unidades e horários de funcionamento visite: http://www.sescsp.org.br/
Nenhum comentário:
Postar um comentário