sexta-feira, outubro 28, 2005

As loucas aventuras da Porca e da Vaca - Episódio: O Encontro

A Porca e a Vaca eram duas bichanas saudáveis e cheias de vida. Apesar de serem novas na Fazenda do Tio Fred e frequentarem o mesmo curral nos mesmos dias e horários, elas pouco se falavam.
A Porca teve uma dificuldade um pouco maior para se adaptar à nova fazenda.
No início foi difícil ela achar um local confortável para passar suas noites e seus dias de novata.
Primeiramente ela tentou se adaptar com as galinhas, mas a Porca se assustou um pouco com a euforia e escândalo que elas causavam.
Ela foi para uma segunda tentariva e se aproximou das tartarugas. Mas também não conseguiu se acostumar com a paciência delas.
Em um dia, a Porca se deparou com um grupo de gansas que sempre se encontravam em um canto especial do lago. Era um local muito agradável e possuía uma sombra adorável nos dias de calor. O que chamou mais a atenção, foi a presença da Vaca no meio das gansas. Assim, ela se sentiu mais a vontade para se aproximar, até porque, ela não seria a única "estranha" no meio das gansas.
No meio de tantos bichos, a Porca não sabia que encontraria na vaca a sua "grande" e melhor amiga. Aquela que, futuramente, seria a sua mais fiel companheira, e que juntas viveriam loucas aventuras.

Mas... a Vaca também teve sua fase de adaptação até encontrar as gansas. No início ela andava com as outras vacas... é claro que dentre tantas ela era a mais bela e que dava mais leite e produzia mais... mas após algum tempo, o Tio Fred começou a perceber que a produção havia caído devido às más companhias que ela tinha. Na verdade ela só andava com o tucano e com uma outra vaca, mas não sei o que aconteceu que a influência foi tamanha, que sua produção de leite parou.
Procurando dar um novo rumo para sua vida, ela foi em busca de outros lugares para viver e ver se encontrava uma nova inspiração. Foi aí que ela encontrou as gansas e deu-se o famoso encontro com a Porca que vocês já conhecem.

A aproximação aconteceu aos poucos, até porque a Vaca tinha receio de encontrar outra companheira que influenciasse na sua produção de leite. Mas após algum tempo de convivência ela descobriu que da mesma forma que a Porca se sentia bem ao seu lado, ela também sentia o mesmo. Sua produção de leite voltou e ela recuperou o posto de mais mimada pelo Tio Fred.

Por enquanto, elas acreditam na amizade que as une. E apesar das muitas diferenças que existem entre elas, conseguiram descobrir que o respeito é o segredo para se manter uma grande amizade. Além do amor que move os seus coraçõezinhos.

É a partir dessa simples história que nascem os episódios das loucas aventuras da Porca e da Vaca. Tentarão trazer através deles, as coisas mais simples, estranhas e engraçadas que acontecem na Fazenda.

terça-feira, setembro 27, 2005

Prostitutas

Mulheres que encaram a prostituição como um trabalho;
mulheres que levam uma vida como qualquer outra mulher que levanta, vai ao trabalho, faz o seu horário de almoço, volta ao trabalho e chegando em casa arruma a janta, cuida da casa e dos filhos;
mulheres que vivem uma vida dupla;
mulheres que na rua tem uma conversa diferente só com homens, mas que diante da família se comporta de outra maneira;
mulheres que entraram na prostituição para ganhar mais e assim conseguir pagar as contas de casa e as despesas dos filhos;
mulheres casadas continuam na prostituição;
mulheres que se sentem desvalorizadas, que nunca se sentiram amadas;
mulheres que tiveram uma vida sofrida;
mulheres que se sentem esquecidas por Deus;
mulheres que quando refletem, concluem que onde estão não aprenderam nada de bom, mas a necessidade fala mais alto;
mulheres que estão na prostituição por falta de emprego, e que não aconselham meninas a entrarem nesta vida;
mulheres que não sonham;
"Eu não tenho medo da AIDS, tenho medo da fome."

Documentário extraído do filme "Beijo na Boca" apresentado em sala de aula.
Mas Jesus diz: "Vem prostituta, vim te encontrar, vim te abraçar. Te farei minha noiva."

terça-feira, setembro 06, 2005

Aliança: Um pacto de amor

A aliança ou compromisso, sempre vem após um tempo de conhecimento do outrem. É difícil vermos pessoas que se atrevem a manter algum tipo de "acordo" com alguém que não se conhece. Quando isso acontece, quando o compromisso por algo mais forte se torna real sem antes haver um tempo de convivência, é normal vermos esse pequeno barco construído com madeiras não muito fortes se afundar.
Há muito se tem escrito sobre os relacionamentos que o ser humano constrói no decorrer da vida. Diversos livros se tornaram best-sellers por tratar da difícil convivência do sexo masculino com o feminino. Mas... após a leitura de aproximadamente 4 livros deste gênero, comecei a me perguntar se o conteúdo deles realmente mudou algo em mim. Continuo a mesma garotinha ciumenta e possessiva de sempre. Aquela que ainda não aprendeu que a melhor amiga do namorado é simplesmente uma amiga.
Quando a gente assume um compromisso é inevitável que mudanças aconteçam na nossa personalidade. Assim como as mulheres sempre esperam que seus parceiros mudem da forma como elas querem.
O mais difícil disso tudo, é aceitarmos o outro como ele realmente é. E isso não há livro de auto-ajuda que nos ensine. Eles podem até nos mostrar alguns atalhos de como fazer, mas só a prática revela-nos o quão difícil é esse feito. Podem se passar semanas, meses e até anos. Você pode estar casada e só aí resolver aceitar a pessoa que está com você do jeito que ela é. Mas o mais ideal, é que a aceitação venha durante o período do relacionamento, onde ambos os sexos estão ainda no conhecer.
A partir deste momento eu passo a acreditar na Aliança:Um pacto de amor. Ela não muda nada na vida que vocês construíram. Ela torna-se um símbolo. Não só para você, mas para todos aqueles que te vêem. Um símbolo de amor, respeito, lealdade, companheirismo e além de tudo... um símbolo eterno.

"Se não tivesse amor de nada valeria...
Fria e sem razão a vida então passaria."

O sentimento que nos inspira, instiga, que provoca dormências. Sentimento que fere, que fala, que ressuscita, que acelera = o Amor

quarta-feira, agosto 31, 2005

Por que Turismo?

Esse texto, que na verdade foi uma redação elaborada em sala de aula saiu um pouco de imediato. Mas apesar disso, acredito que ele fala muito sobre a minha escolha profissional. Se eu fosse reescrevê-lo hoje, a conclusão seria um pouco diferente. E sei que se eu for reescrevê-lo amanhã, também terá outras diferenças. Mas vou postá-lo como foi criado, pensado... vivo. Acredito valer a pena, afinal... a nota foi boa. Boa leitura.
Turismo. Por que turismo? Quem sabe? Nem eu sei o porquê dessa escolha. Acredito ser algo ais al´me do que ambição ou questão de status, e muito menos relação com o sucesso profissional. Afinal, não é segredo que este campo ainda está em crescimento, e que avança ou recua junto com o mundo. Ficou confuso? Eu explico. Usemos os exemplos das ondas tsunâmis que invadiram alguns países da Ásia. Muitos turistas deixaram de visitá-los pela calamidade em que se encontravam, assim o país fica sem a atividade turística que rende uma certa quantia para a economia local. Neste ponto do globo terrestre, podemos dizer que o turismo deu alguns passos para trás.
Turismo. Por que turismo? Quem sabe? Nem eu sei o porquê dessa escolha. Qual a graça em ver pessoas se divertindo enquanto você trabalha? Qual a motivação de estar em uma agência de viagens, escolhendo um roteiro de praias paradisíacas para uma alegre família, em um dia de calor escaldante, enquanto o ar-condicionado parece não funcionar? É claro que o turismo não abrange apenas agências, mas sim todo e qualquer processo que esteja inserido no deslocamento, estada, transporte, alimentação e lazer do turista. Mas uma coisa é certa. Como eu já disse, enquanto os turistas se divertem, nós trabalhamos.
A beleza do turismo é, de uma forma ou de outra, você fazer parte dessa diversão. De propiciar momentos românticos para o casal, momentos de diversão para as crianças, jovens e adolescentes, momentos culturais para a família, e até mesmo simples momentos sem a tensão do dia-a-dia. Tudo isso porque enquanto o mundo "morre" na violência, nós temos a oportunidade de ver e sentir que as pessoas ainda são humanas, temos o privilégio de fazer parte e de poder participar, de uma forma às vezes simbólica, da felicidade alheia.

quinta-feira, agosto 18, 2005

Tempo


“O tempo perguntou pro tempo: Quanto tempo o tempo tem?
E o tempo respondeu pro tempo que o tempo não tem tempo.”

E você? Quanto tempo você tem? Quanto tempo você acha que o tempo tem?
Essa semana parei para pensar um pouco no tempo. Pensar o quanto eu tenho vivido em função dele, mas sei que não estou sozinha nessa. Talvez você também seja como eu... vivendo em função do tempo. Precisando controlar seus horários e dividí-los em uma pequena agenda para não perder um milésimo de segundo qualquer, porque como dizia o bom e velho “capitão do Chapolim”: Time is money.
Lembro-me de quando o Felippe (meu namorado para aqueles que não sabem) me deixou em casa no domingo... eu me segurei para não dizer que eu não via a hora de chegar sexta-feira. Evitei este comentário porque sempre acabo tendo uma semana ruim quando anseio pelo fim de semana. Resolvi me dedicar e aprender o que ele sempre me ensinou: Carpe Diem. Resolvi “saborear”as minhas 8 horas diárias no trabalho, o serviço corrido, as aulas aprendidas na faculdade, o papo jogado fora com as amigas... enfim, eu curti a minha semana. Quando me dei conta, já era quinta-feira. Daí pensei no tempo que eu havia perdido. Lições que ficaram por fazer, revistas e papéis que ficaram à espera de um lugar organizado, roupas por guardar... Daqui a pouco é sábado e essas coisas vão continuar da mesma forma, porque tenho outras coisas para fazer.
Pensando, eu queria ter mais tempo, queria ser igual minha mãe. Poder acordar a hora que quiser e ficar em casa arrumando minhas coisas. Mas... problemas. Se eu quiser ser como mamãe, terei marido, filhos e casa para cuidar... Hum, pensando bem, é melhor eu viver o meu momento, pois “a cada dia basta o seu mal”.
Passamos por fases nas nossas vidas. Fases em que temos tempo, outras em que precisamos dele, enfim... esse é o jogo que tentamos vencer dia após dia: a vida. Mas, fica uma pergunta para reflexão: você tem feito do tempo um aliado para ajudá-lo a vencer o jodo da vida ou o tem tratado como simples coadjuvante da sua história?

terça-feira, agosto 16, 2005

Sopro

"Ele vem pra te salvar,
Ele vem para te salvar,
Diga ao cansado
o Teu Senhor virá,
Ele vem para te salvar."

Quando essas palavras foram pronunciadas, elas realmente soaram como música para os meus ouvidos. Mais que isso, senti um alívio em minh'alma.
Parece que durante um tempo de minha vida cristã, eu havia esquecido do porquê do sacrifício Daquele Homem em uma cruz. De repente, algo dentro de mim havia quebrado. O vidro que estava ao meu redor se despedaçou com o soar daquela canção.
Foi para me salvar que Aquele Homem havia morrido. Foi para me tornar livre e pura que Ele se entregou. E foi para me consolar que ao terceiro dia, o sepulcro onde Ele estava achava-se vazio.
Por um tempo, eu deixei com que a minha vida espiritual se misturasse com a vida que eu estava levando naquela instituição. Deixei com que o meu descontentamento com homens, interferissem no meu relacionamento com o Homem que morreu por mim.
Enquanto as notas eram tocadas, Ele, Ele mesmo fez com que eu voltasse para casa. Senti saudades do Primeiro Amor, e tive a sensação de que há muito, muito tempo eu não me aproximava Dele. O máximo que consegui fazer foi me quebrar por inteira. Deixar que o perfume que ainda existia em mim, por pouco que fosse, subisse como cheiro suave em oferta pelo que Ele havia feito por mim.
Neste momento, todos, em uma só voz, proclamávamos a Sua santidade:
"Santo, Santo, Santo
É o Senhor dos Exércitos,
Toda a Terra está cheia da sua Glória."
Lembrei, tentei lembrar quanto tempo fazia que eu não dizia: Santo, Santo, Santo. Senti vergonha, prostrei-me e clamei por diversas vezes: Santo, Santo, Santo. E Ele, em Sua infinita bondade, graça e amor dizia que me amava... que sentia saudades de mim.
Senti-me com as forças renovadas. Ele deixou com que eu olhasse em Seus olhos e dissesse: Jesus... amo você.
Lembrei que há horas atrás eu dizia: Não quero ir. Mas alguém disse: Você sabe que é importante, sabe que nós devemos ir. Até aí, eu não havia entendido que não estávamos indo apenas ao mesmo lugar de todos os domingos, mas sim, ao encontro do Santo dos santos.

quinta-feira, agosto 11, 2005

SESC Pompéia


Vou aproveitar mais um espaço para divulgar o meu primeiro texto que se tornou realmente público. Ando com uma vontade tremenda em pesquisar mais para poder fazer uns textos mais informativos, mas a falta de tempo tem me consumido de tal forma, que chego a desanimar.... mas eu chego lá. Boa Leitura.

No dia 09 de abril de 2005, estávamos preparados para mais uma visita-técnica. Desta vez, nosso destino foi o SESC Pompéia, onde analisamos, juntamente com o professor Wilson Luiz Lino de Sousa, da disciplina Lazer e Recreação, o equipamento de lazer ali instalado.
Nossa visita começou por volta das 10:30 horas com a monitoria do funcionário Laudo Bonifácio Júnior que nos explicou a história do SESC Pompéia, fornecendo também informações e curiosidades sobre a demanda de visitantes e usuários. Conseguimos ver na prática o que estamos estudando e aprendendo aos sábados pela manhã.
Durante a visita, identificamos o SESC Pompéia como um equipamento de lazer polivalente, com dimensões e capacidades grandes, por ser um estabelecimento destinado ao atendimento de massa, com programação diversificada, abrangendo variados interesses sócio-culturais.
Enquanto o monitor dava informações, nosso professor nos lembrava dos textos lidos e dos slides apresentados sobre teorias do lazer e descrição dos equipamentos. E nós, alunos, com máquinas e material de anotações em punho, vislumbrávamos um novo cenário que nos era apresentado.
Quem passa pelo SESC Pompéia talvez não perceba que ele expressa o que Dumazedier entende como a arquitetura do comportamento humano, que busca promover a interação entre as pessoas. O que mais encanta, é que Lina Bo Bardi, arquiteta que planejou a unidade da Pompéia, conseguiu fazer com que essa estrutura realmente funcionasse. Em consonância com a teoria de Dumazedier, que insere o comportamento humano na prática do lazer, a obra de Bo Bardi influencia as pessoas de uma forma incontestável; assim, os usuários do SESC se relacionam com o espaço e com o outro, ainda que sem planejar essa interação. Além disso, a antiga fábrica adaptada para o lazer, proporciona aos seus freqüentadores um desenvolvimento social bastante amplo, pois oferece acesso a novas e distintas informações.
Procurando diversificar suas instalações para atender diferentes interesses culturais, conteúdos e públicos, a unidade está localizada em uma região importante e de fácil acesso para aqueles que moram próximo ao local. Atende cerca de 5 mil pessoas ao dia e alcança a marca de 25 mil freqüentadores nos finais de semana e em grandes eventos.
Como toda e qualquer instalação, o equipamento acima descrito possui seus pontos negativos. Dificuldades para estacionar carros foi um problema identificado. Para àqueles que residem em lugares distantes do SESC Pompéia, identificou-se a necessidade de transporte coletivo, de qualidade, que desembarcasse os passageiros em frente ao SESC oriundo das distintas regiões da cidade. Essas mudanças seriam adequadas para melhor atender ao público freqüentador. Vale a pena conhecer o SESC. Ele está pronto para oferecer o que Dumazedier denomina os 3 D’s: diversão, descanso e desenvolvimento, pessoal e social.

Informações adicionais sobre unidades e horários de funcionamento visite:
http://www.sescsp.org.br/

quinta-feira, agosto 04, 2005

Escrever

Acabei de sair da sala de redação da faculdade. Eu estava vasculhando um pouco o blog do meu namorado e me bateu aquela inveja.
Eu criei um space no msn para atender às minhas necessidades de ter um blog e um super espaço para publicar minhas fotos, já que o fotoflog tem o limite de 1 foto/dia. Mas achei o blog dele tão completo, tão privativo... "Tá", confesso que minha afirmação foi um pouco estranha, afinal o que há de privativo num blog? Na realidade, resolvi criar um blog parecido com o dele... ter um espaço em que eu não seja identificada por fotos ou coisas do tipo, onde eu possa expressar as minhas idéias por mais sem nexo que elas sejam. Não... eu não tenho vergonha ou medo de mostrar quem realmente sou, até porque vocês já sabem que namoro e que faço faculdade. E é óbvio que por se tratar de um blog feminino, haverá mais textos voltados à sentimentos e minha vida pessoal do que a assuntos genéricos... tão diferente do blog do meu namorado... bom, mas características dos sexos não é o que eu quero colocar em questão, pelo menos agora.
No ensino médio, eu me interessei muito pela área jornalística. Tive um professor de História, o Alberto, que me incentivou muito a prestar jornalismo na faculdade Metodista. Aliás, vários colegas de classe queriam seguir a mesma profissão. Como a Metodista ficava de difícil acesso para mim, resolvi investir na Cáper Líbero.
Terminei o 3º colegial e não me lembro... grave defeito meu, esquecer as coisas. Enfim, não vou dizer o que prestei ou o que deixei de prestar porque é capaz de haver uma confusão.
Fiz 1 ano de cursinho no ETAPA - São Joaquim, e prestei JO na Cásper. Não passei. Abriu-se o vestibular para turismo (curso novo na faculdade) e resolvi tentar. Se eu passasse, decidiria depois o que fazer.
É... aqui estou eu no meio da aula de Alimentos e Bebidas, escrevendo. Estou gostando do curso e até aqui estou conseguindo realizar o desejo de esscrever, e de tornar meus textos públicos.
Temos um site voltado para turismo dentro do site da faculdade. Eu fiz uma matéria (se é que eu posso dizer que foi uma matéria), um texto a respeito de uma visita técnica que fizemos ao SESC Pompéia. O texto foi publicado. Se fiquei feliz com isso? Claro. Aliás, estou me preparando para um próximo desafio, o de escrever sobre os atrativos turísticos da cidade de São Paulo.
A vontade e o desejo de escrever, resultaram na criação desse blog.
Meu objetivo é seguir o conselho da Vilma, uma amiga do meu namorado: Quanto mais você escreve, melhor. A gente acaba se superando e, às vezes, até gosta do resultado.