Esse texto, que na verdade foi uma redação elaborada em sala de aula saiu um pouco de imediato. Mas apesar disso, acredito que ele fala muito sobre a minha escolha profissional. Se eu fosse reescrevê-lo hoje, a conclusão seria um pouco diferente. E sei que se eu for reescrevê-lo amanhã, também terá outras diferenças. Mas vou postá-lo como foi criado, pensado... vivo. Acredito valer a pena, afinal... a nota foi boa. Boa leitura. Turismo. Por que turismo? Quem sabe? Nem eu sei o porquê dessa escolha. Acredito ser algo ais al´me do que ambição ou questão de status, e muito menos relação com o sucesso profissional. Afinal, não é segredo que este campo ainda está em crescimento, e que avança ou recua junto com o mundo. Ficou confuso? Eu explico. Usemos os exemplos das ondas tsunâmis que invadiram alguns países da Ásia. Muitos turistas deixaram de visitá-los pela calamidade em que se encontravam, assim o país fica sem a atividade turística que rende uma certa quantia para a economia local. Neste ponto do globo terrestre, podemos dizer que o turismo deu alguns passos para trás.
Turismo. Por que turismo? Quem sabe? Nem eu sei o porquê dessa escolha. Qual a graça em ver pessoas se divertindo enquanto você trabalha? Qual a motivação de estar em uma agência de viagens, escolhendo um roteiro de praias paradisíacas para uma alegre família, em um dia de calor escaldante, enquanto o ar-condicionado parece não funcionar? É claro que o turismo não abrange apenas agências, mas sim todo e qualquer processo que esteja inserido no deslocamento, estada, transporte, alimentação e lazer do turista. Mas uma coisa é certa. Como eu já disse, enquanto os turistas se divertem, nós trabalhamos.
A beleza do turismo é, de uma forma ou de outra, você fazer parte dessa diversão. De propiciar momentos românticos para o casal, momentos de diversão para as crianças, jovens e adolescentes, momentos culturais para a família, e até mesmo simples momentos sem a tensão do dia-a-dia. Tudo isso porque enquanto o mundo "morre" na violência, nós temos a oportunidade de ver e sentir que as pessoas ainda são humanas, temos o privilégio de fazer parte e de poder participar, de uma forma às vezes simbólica, da felicidade alheia.



