quinta-feira, outubro 30, 2008

SÃO ROQUE

A Estância Turística de São Roque fica a apenas 54km da cidade de São Paulo. E foi para lá que fomos no último fim de semana do mês de setembro. Saímos no sábado de manhã, por volta das 08h, paramos no posto Graal, localizado próximo à entrada da cidade, para tomarmos um café, e continuamos a estrada até o nosso destino.

Como chegamos antes do horário do check in no hotel, fomos dar uma volta a pé pela região. O hotel “São Roque Park Hotel” (www.srparkhotel.com.br) fica localizado bem no centro da cidadezinha. Demos uma volta pelo bairro, conhecemos o shopping que é bem singelo, encontramos até uma igreja metodista, fomos até a praça principal, e as mulheres pararam uns bons minutos em uma loja de produtos para artesanato.

Pausa para fato engraçado: Estávamos em época de eleição e conhecemos alguns candidatos como: Daniel da Padaria e Papai Noel. Pois é... até o Papai Noel era candidato

Quem me conhece sabe que tenho um pouquinho esse lado artístico, e realmente encontrei algumas coisas por lá que ainda não tinha visto aqui em SP. Comprei, claro. Fora vários modelos de objetos de madeira que estavam prontos à venda e para mostruário. As 3 mulheres saíram com sacolinhas da loja.

Voltamos para o hotel, deixamos as malas por lá e fomos passar o dia no “Ski Mountain Park” (
www.skipark.com.br). Lá foi muuuuuuuito gostoso. É um parque bem agradável com várias atrações. Só que são um pouco caras. No meu caso compensou porque ganhei da Revista Viagem e Turismo (sou assinante), um livrinho com uma série de descontos. E lá constava um passaporte gratuito no parque na compra de outro. O passaporte nos custou R$ 35,00. Tivemos acesso à atividades como arco e flecha, teleférico, tobogã, circuito radical com rapel e tirolesa, e simulação de esqui. Deu pra cansarmos bastante. Para o almoço tinha uma série de opções. Além de casas de pastel e massa, havia uma churrascaria. Eu e o Felippe comemos um pastel MARAVILHOSO de alcachofra com carne, meu pai preferiu a churrascaria. Azar o dele que gastou mais.

Observação: Paga-se R$ 10,00 o automóvel no estacionamento do parque.

Com tantas atividades assim durante o dia não houve um que agüentasse. Voltamos para o hotel e demos uma boa dormida. A noite, passeamos novamente a pé pela cidade e fomos parar numa pizzaria bem gostosa e adivinhem? Sim, pedimos pizza de alcachofra.

A cidade de São Roque é conhecida tanto pelas suas plantações de alcachofra, quanto pelas suas vinícolas... aliás, foram esses atrativos que nos motivaram a escolhermos São Roque para uma visita.

Domingo pela manhã tomamos o café no próprio hotel e já realizamos o check out, pois nosso intuito era passar o domingo pelas vinícolas.

Fato inusitado: chegamos no hotel e o mesmo estava em reforma. Não foi avisado via telefone que o hotel se encontrava neste estado. Em compensação, em vez de ganharmos um quarto standard, fomos reacomodados, os 3 casais, em quarto luxo sem nenhum custo adicional.

O passeio pelas vinícolas foi maravilhoso. A que mais gostamos foi a Vinícola Góes. Eles ficam localizados quase no fim da “Estrada do Vinho” e tem um amplo espaço. Além da loja dos vinhos, eles têm uns quiosques com cachaça, doces caseiros e artesanato. Só para comentar, deixamos aproximadamente R$ 150,00 na loja de vinhos. Nem preciso falar que tem vinho em casa até hoje né? Almoçamos no restaurante de lá (é, lá também tem um restaurante). Adivinhem de novo? Comemos rondelli ao molho de quatro queijos com alcachofra rs.

Fato gostoso: o mais gostoso de todos é o chopp de vinho. Sensacional!!!

Depois da Vinícola Góes passamos em uma plantação de alcachofra, e compramos algumas que tinham acabado de serem colhidas. Além delas, compramos alcachofra em conservas e conhecemos a flor da planta. MARAVILHOSA. Quando a alcachofra passa do ponto de ser colhida e flor desabrocha. Os espinhos que tem dentro, vem para fora em uma cor arroxeada e com um aspecto bem macio. Nem parece que antes eram espinhos.

Fato novo: Nunca tinha visto uma plantação de alcachofra. Foi fantástico ver vários “pontinho” marrons pela plantação.

No caminho de volta passamos por outra vinícola. Ali encontramos o melhor vinho branco de todos. Tinha gosto de uva verde. Delícia.

Fato inesperado: Encontramos uma coruja no meio da plantação de uva. Até casinha ela tinha.

Conhecer São Roque foi uma boa experiência. Um passeio gostoso que nos cativou. Voltaremos pra lá em breve.

Se você quiser mais alguma informação pode me escrever
flavialgr@gmail.com

quinta-feira, setembro 11, 2008

Yom Kippur


Na tradução judaica este é o dia do perdão. Ocorre durante 10 dias onde há uma série de regras a serem seguidas a fim de “maltratar” o corpo para fazer a alma aproximar-se de Deus.

Graças a Deus que existe o perdão. Ação que faz a gente se sentir livre, liberto.

Em vários momentos da nossa vida cometemos erros que muitas vezes são irreparáveis. A gente tenta fazer o que está ao nosso alcance mas não há volta.
A gente sofre, tem que aprender a conviver com o erro que cometemos e com as suas conseqüências. O afastamento daqueles com quem estamos acostumados a viver é o pior deles.

Ter que ficar sem a companhia, sem as risadas, sem os “à toas”... não é fácil. Mas fiel é Deus que de uma maneira ou de outra supri as nossas necessidades.

O tempo, como sempre, é o melhor remédio. Ou seria o perdão o milagre da cura?

Não sei... só sei que mediante tanta ausência foi bom esse tempo longe. A gente aprende a analisar nossos sentimentos e a ver que realmente vocês realmente foram feitos para estarem com a gente SEMPRE.

E logo após vem o perdão. Deixa o erro de lado, perdoa aquilo que foi falado e feito e faz a gente seguir em frente... mais maduro e mais feliz!!!

sábado, julho 05, 2008

VIDA


Até eu estou assustada em como faz tempo que não apareço por aqui. A vida mudou e demais. CASEI. O casamento foi lindo, eu que achei que fosse passar mal de tanto chorar não derramei uma lágrima, já o Felippe... chorou feito criança. Eu estava tão feliz que não pensava em chorar, vi meus pais com o orgulho estampado no rosto, entre os convidados família, parentes que não via há anos, amigas que vieram de longe pra participar deste momento especial, amigos de igreja que pela distância o contato havia sumido mas que fizeram questão de estar lá. Realmente eu nem consegui reparar na decoração. Gastei uma fortuna para no dia nem reparar, também com o Fe no altar eu não tinha mais vontade de pensar em nada, só de passar o resto da vida com ele. A festa foi ótima, e também como sempre dizem, eu mal comi. O Fe aproveitou os salgadinhos e docinhos mas eu não. Eu tava mais atenta em aproveitar cada segundo daquela noite. Depois veio a dança. Consegui levar meu pai pra pista e arriscar uns passinhos com ele. Os convidados se divertiram à beça e fizeram a alegria da galera dançando do modo mais esquisito que já tinha visto. O fim da festa foi chegando e à expectativa com a noite de núpcias foi aumentando. Passamos muito bem, tivem. Nossa lua de mel foi o máximo. Aproveitamos cada instante, conhecemos a cidade e nos divertimos bastante. Mas mesmo longe, em lua de mel, férias, a vontade era voltar logo pra casa para ouvir os comentários de como havia sido o casamento. No retorno todos nos receberam com muitas saudades, e após toda comemoração e festa, havia algo mais importante para nos dedicarmos... com a nossa casa e com a nossa nova vida. Me surpreendi comigo mesma e eu e o Fe estamos melhores do que nunca.


Conforme a música vai tocando. a gente vai dançando. O bom é que a gente nem sempre sabe qual a música vai tocar assim a gente mesmo pode criar nossos próprios passos.

terça-feira, março 18, 2008

Prioridades, alvos e uso do tempo

Este foi o nosso tema de segunda-feira passada, dia 10.03.

Falamos um pouco sobre nossos alvos dentro do casamento, podendo ele ser uma viagem, um bem ou até filhos.
Quando começamos a falar sobre isto, o pensamento voa longe e pensamos em tantas coisas que gostaríamos de fazer juntos, mas que muitas vezes não há tempo e nem dinheiro para a realização destes “mini sonhos”.

Mas é aí que devemos nos lembrar sobre como Deus gosta que sonhemos com os nossos objetivos. Aliás, não podemos nunca nos esquecer que o casamento, nossa aliança matrimonial foi um sonho que nasceu dentro dos nossos corações e que Ele honrou. Nosso sonho foi entregue nas mãos de Deus e Ele nos abençou. Permitiu que nós alcançássemos aquilo que queríamos. Nos deu pessoas para colocar bênçãos em nossas vidas e nos dou do melhor desta terra.

Através destes sonhos é que Deus nos guia através do tempo e da vida.
Acontece também que muitas vezes não conseguimos alcançar a dimensão do sonho e é aí que o Senhor nos leva até ele...

“Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucro. Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois, apenas, como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo”. Tiago 4:13, 14 e 15.

Apesar dos nossos sonhos é Deus que nos guia durante toda a nossa jornada.

Para que não haja problema com o uso do nosso tempo devemos SEMPRE programar um momento JUNTOS. O casal deve entender e praticar a importância do conviver, do viver, do compartilhar, do compadecer.... tudo isso JUNTOS. A qualidade do tempo deve estar sempre em primeiro lugar.

Lembro-me das vezes em que eu e o Felippe tínhamos pouquíssimo tempo para ficarmos juntos. Trabalho, faculdade... essas coisas geralmente nos distanciavam durante a semana e até nos fins de semana. Só que em vez de eu aproveitar o pouco tempo que tínhamos para ficarmos juntos, ter um tempo de qualidade, eu sempre deixava o descontentamento falar mais alto. O que acarretava sempre em brigas e discussões... e lá se ia o nosso momento precioso.

“Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.” Mateus 6:21

Em se tratando de prioridades foi-nos alertado sobre colocar as coisas nos devidos lugares de prioridade na nossa vida conjugal:

1º Lugar: Nossa Vida
2º Lugar: Casamento / Família
3º Lugar: Profissional
4º Lugar: Serviço Ministerial

Aos poucos o tempo se aproxima... hoje, faltam 18 dias para que o grande dia chegue. A Ansiedade ainda não bateu à porta, em compensação o cansaço... entrou e se instalou.

Drummond

"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que esvando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade."
Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, março 04, 2008

A mulher é responsável pela harmonia do lar

Ontem fizemos nossa 1ª aula do curso de noivos.

Foi gostoso. Aprendemos mais um pouco sobre comunicação. Assunto muito importante em qualquer relacionamento, mas que eu e o Fe já temos um certo grau de conhecimento. Afinal, aprendemos da maneira mais difícil a nos comunicar da forma correta: nas brigas. Nossos primeiros 3 anos de namoro foram de brigas constantes, mas sabíamos o amor que sentíamos um pelo outro e aprendemos a continuar nossa trajetória juntos, sem maiores problemas.

Posso dizer que estes últimos anos, tem sido os melhores para nós dois. Temos estado juntos cada vez mais freqüente, temos compartilhado nossas emoções e decepções que acontecem fora do nosso relacionamento um com o outro e estamos caminhando sem maiores tropeços.

Ainda teremos mais 3 aulas até o Grande Dia. E fico feliz em ver e saber que cada vez mais tenho a plena convicção de fomos feitos um para o outro. (Bem brega né?)

Alguns versículos citados ontem para não esquecer:

“A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto” Provérbios 18:21

“Sabeis estas coisas, meus amados irmãos. Todo homem , pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar.” Tiago 1:19

terça-feira, fevereiro 26, 2008

CRUZEIRO

Como eu havia prometido seguem fotos do cruzeiro que fiz em dezembro de 2007. Island Star.



segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Meu erro

A sensação de errar é como a de perder.

Pior ainda é a sensação de errar com alguém a quem prezamos a amizade. Apesar de nunca ter matado alguém, a sensação é de cometer tal crime. Trazer morte a uma amizade ou a um coleguismo que poderia se tornar tal.

O que fazer nesses momentos? O mais sábio e nobre é reconhecer o erro e pedir perdão do mesmo. Se as coisas vão voltar a ser como eram isso só o tempo dirá. Cada um tem uma forma de reagir com os erros dos outros. Uns conseguem perdoar com mais facilidade, outros simplesmente esquecem que tal pessoa existe ou já existiu em sua vida.

Nesse momento, o estado mais recomendável é o silêncio. Esperar para ver o que vai acontecer.

E no fim, fazer a seguinte observação. Amigos que são amigos sabem perdoar os erros uns dos outros. Se não houve perdão... era porque não era pra ser. Ao menos você tentou.