Dizem por aí que as mulheres são fortes, que aguentam o mundo em seus ombros.
Dizem os poemas que elas são lindas, que emanam um cheiro agradável, e que sempre conseguem o que querem.
No nosso belo século XXI, as mulheres adotaram um estilo diferente de vida. Não é preciso decorrer muito sobre o assunto para comprovar
que as mulheres de hoje preferem se dedicar à profissão, à construir uma bela e firme carreira do que passarem o período integral em casa cuidando de um amoroso marido e "pimpolhos" sapecas.
Quando paro para pensar nesse estereótipo da mulher do século XXI, uma, apenas uma imagem vêm a minha mente. A de uma mulher que nasceu no século passado. Antes mesmo desse modelo tornar-se "moda". De uma mulher que realizou o seu trabalho com a alma, e que foi feliz naquilo que fez.
Lina Bo Bardi é a nossa mulher. Ela nasceu no ano de 1914 em Roma.
Foi ela quem projetou o MASP que, além de ser um dos pontos turísticos de SP é o Museu mais importante da América Latina.
Lina estudou Arquitetura e deu início à sua vida profissional em Milão trabalhando em um escritório de arquitetura.
Assim como a maioria de nós, mulheres, Lina encontrou o seu amoroso marido e após casar-se em 1946, ambos vêm para o Brasil onde decidem morar. Vendo a biografia de Lina, veremos que mais tarde ela escolhe se naturalizar brasileira.
Além do citado MASP, ela constrói a primeira casa do bairro do Morumbi. A casa de vidro, que hoje abriga espécies vegetais raras tornando-se uma pequena amostra do que já foi a Mata Atlântica brasileira.
Como obra mais facinante aos meus olhos, vejo o SESC Pompéia. Uma antiga fábrica de geladeiras em que Lina remodelou a sua estrutura para que em seu interior pessoas tivessem acesso ao lazer, à cultura, ao social e ao desenvolvimento. Optando por deixar alguns traços da fábrica em pé, Lina Bo Bardi adota o estilo desenvolvido por Dumazedier, sociólogo francês, de Arquitetura do Comportamento Humano.
Bo Bardi dispõe cadeiras e sofás de uma forma em que seja possível adequá-lo ao "gosto do freguês". Como? Simples. Se você já foi, ou fizer uma visitinha ao Sesc Pompéia, perceberá que seus assentos possuem rodinhas. Assim, fica mais fácil para você achar uma posição confortável, e se estiver com mais amigos, se juntarem de uma forma que a interação de vocês seja realizada.
É claro que toda essa obra não fica tão claro na primeira vez que você vê, mas com o tempo verá o que eu vi.
Passei a admirá-la após uma visita ao SESC. Compreendi que as mulheres são sim inteligentes e que quando fazem aquilo que escolheram como profissão com dedicação, a esfera muda. O ar torna-se rarefeito, a expressão muda quando conhecemos ou sabemos de mulheres assim. Que contribuíram para o bem de uma nação, de uma localidade.
Lina Bo Bardi será sempre lembrada por São Paulo, e por outros estados do Brasil. Suas obras estão espalhadas pelo nosso espaço.
Sempre haverá a lembrança de quem foi Lina em suas obras, uma mulher inteligente e dedicada: uma mulher do século XXI.
Dizem os poemas que elas são lindas, que emanam um cheiro agradável, e que sempre conseguem o que querem.
No nosso belo século XXI, as mulheres adotaram um estilo diferente de vida. Não é preciso decorrer muito sobre o assunto para comprovar
que as mulheres de hoje preferem se dedicar à profissão, à construir uma bela e firme carreira do que passarem o período integral em casa cuidando de um amoroso marido e "pimpolhos" sapecas.
Quando paro para pensar nesse estereótipo da mulher do século XXI, uma, apenas uma imagem vêm a minha mente. A de uma mulher que nasceu no século passado. Antes mesmo desse modelo tornar-se "moda". De uma mulher que realizou o seu trabalho com a alma, e que foi feliz naquilo que fez.
Lina Bo Bardi é a nossa mulher. Ela nasceu no ano de 1914 em Roma.
Foi ela quem projetou o MASP que, além de ser um dos pontos turísticos de SP é o Museu mais importante da América Latina.
Lina estudou Arquitetura e deu início à sua vida profissional em Milão trabalhando em um escritório de arquitetura.
Assim como a maioria de nós, mulheres, Lina encontrou o seu amoroso marido e após casar-se em 1946, ambos vêm para o Brasil onde decidem morar. Vendo a biografia de Lina, veremos que mais tarde ela escolhe se naturalizar brasileira.
Além do citado MASP, ela constrói a primeira casa do bairro do Morumbi. A casa de vidro, que hoje abriga espécies vegetais raras tornando-se uma pequena amostra do que já foi a Mata Atlântica brasileira.
Como obra mais facinante aos meus olhos, vejo o SESC Pompéia. Uma antiga fábrica de geladeiras em que Lina remodelou a sua estrutura para que em seu interior pessoas tivessem acesso ao lazer, à cultura, ao social e ao desenvolvimento. Optando por deixar alguns traços da fábrica em pé, Lina Bo Bardi adota o estilo desenvolvido por Dumazedier, sociólogo francês, de Arquitetura do Comportamento Humano.
Bo Bardi dispõe cadeiras e sofás de uma forma em que seja possível adequá-lo ao "gosto do freguês". Como? Simples. Se você já foi, ou fizer uma visitinha ao Sesc Pompéia, perceberá que seus assentos possuem rodinhas. Assim, fica mais fácil para você achar uma posição confortável, e se estiver com mais amigos, se juntarem de uma forma que a interação de vocês seja realizada.
É claro que toda essa obra não fica tão claro na primeira vez que você vê, mas com o tempo verá o que eu vi.
Passei a admirá-la após uma visita ao SESC. Compreendi que as mulheres são sim inteligentes e que quando fazem aquilo que escolheram como profissão com dedicação, a esfera muda. O ar torna-se rarefeito, a expressão muda quando conhecemos ou sabemos de mulheres assim. Que contribuíram para o bem de uma nação, de uma localidade.
Lina Bo Bardi será sempre lembrada por São Paulo, e por outros estados do Brasil. Suas obras estão espalhadas pelo nosso espaço.
Sempre haverá a lembrança de quem foi Lina em suas obras, uma mulher inteligente e dedicada: uma mulher do século XXI.